o algoritmo do google leva em consideração as redes sociais

As marcas entre o SEO e as redes sociais (social media)

google penguin update As marcas entre o SEO e as redes sociais (social media)As regras das SERPs do Google mudaram. Na verdade elas mudam todo dia, como bem lembram o pessoal do site de tecnologia Mashable. Mas, nunca na história desse país… digo, na história da web elas mudaram tão ‘dramaticamente’ assim. E, basicamente, elas mudaram por causa da explosão das mídias sociais. Simples assim. Sites como Facebook, Twitter e Linkendim criam backlinks que afetam diretamente os resultados orgânicos de pesquisas em diversos motores. Essa é a era do casamento do SEO e as redes sociais?

Antes do advento das redes sociais, especialmente do Facebook e seus mais de 900 milhões de usuários ativos mensais, a visibilidade natural nas buscas era baseada em alguns componentes: estrutura SEO do site e meta tags, conteúdos, submissões de links em diretórios de links e conteúdos e a sites e blogs relevantes.

A partir de 2010 o jogo começou a mudar, muito por causa do apoio do Google às mídias sociais – com aumento da relevância dos autores, bookmarking, comentários e outros “n” números de métricas sociais, como “curtições”, tweets, retweets, compartilhamentos, etc. – como um fator importante na forma como ele classifica sites e blogs em seu algoritmo. As redes sociais passaram a aparecer nas pesquisas e influenciar resultados.

“E agora José?”, perguntam-se os mais afoitos especialistas da área de web. Focar no site / blog ou nas redes sociais? Onde devo jogar o “h” da minha marca? Onde tá o peixe nesse marzão?

A boa nova sempre chega: case os dois

A boa notícia, meu amigo, neste campo, apesar de não ser uma respostas definitiva, é que a tecnologia tem avançado de forma que os ”comerciantes” da web podem gerenciar seu conteúdo e sites através do uso de ferramentas de blogs, que são simples e eficazes. Além disso, as propriedades de ferramentas de blogs, como o Wordpress, têm suporte ao conteúdo social, com plug-ins para compartilhamentos nas principais redes e o que você inventar. Dessa forma, enquanto não encontramos outra mais fácil e o pokemon não evoluí, os profissionais de web podem usar as redes sociais e gerir sua presença na internet para apoiar a consistência da marca online, em um jogo de bate-volta entre blogs/sites e redes sociais.

Ou seja, crie um blog / site, mas deixei ele amigável para as redes sociais. Deixe ele com cara de que “quero ser compartilhado”.

Mas, Seu Monza, como faço isso?

Pegando o jeito

A obviedade da mais óbvia obviedade (isso não é receita de bolo, tá?) é definir o que é sua marca e o que ela quer ser na web e, até mesmo, encontrar por lá. Planeje a identidade do conteúdo que sua marca que passar. Simples.

Passo dois depois do um

É preciso achar quais os temas principais, ou palavras-chaves que sua empresa quer passar para as pessoas. Não esqueça, precisa ser o Chaves e não o Kiko.

Isso pode ser trabalhoso, pois o ideal é procurar trabalhar com temas, Keywords, que poucos trabalham e conseguir tráfego de cauda longa. Para tanto é preciso pesquisar essas palavras-chaves e temas de apoio ao conteúdo. Se o conteúdo for bom, as pessoas vão clicar no botão “compartilhar”.

O Batman sempre tem um plano

O passo três é pegar na cintura da sua marca e levar ela para dançar em uma estratégia bem definida, irmão.

Aqui você vai trazer todos temas que criou na fase dois e vai fazer um ‘mix’ entre a estratégia de SEO e social media. Os dois precisam casar bem. Sua estratégia deve ter: tipos de conteúdos, frequência, produção web semanal e a estratégia de divulgação social, que vai para além dos botões no blog e site. Sua estratégia deve ser baseada nas redes sociais em que está presente… ou não, pois o mais importante é onde o seu público está presente.

Aqui você também deve determinar quais as métricas serão usadas para mostrar seu sucesso nas redes sociais e também no SEO. Números de visitas ao blog / site devem ser cruzados com dados do Twitter e Facebook, por exemplo, para medir a influência ao autor na produção do conteúdo.

Último tango em Buenos Aires

Depois de determinar o que fazer é preciso fazer. Mas, não esqueça dos elementos básicos de SEO que devem ser aplicados ao seu blog / site para gerar conversão, na verdade, interesse das SERPs e também, principalmente, do público.

Lembre-se, assim com a “mídia tradicional” você precisa ficar atento a otimização das redes sociais para poder obter melhores resultados, isso significa ficar atento diariamente ao processo de produção de conteúdo para que ele fique o mais “ajeitado” possível. O ajeitado também significa, “do interesse” das pessoas, o seu target.

É com o target e até mesmo os prospects que se faz a última dança. A dança do SEO e das redes sociais que vai envolver a marca e o consumidor. Se ele gostar do conteúdo vai acabar compartilhando e se compartilhar vai gerar novos links para o site, o que pode aumentar sua relevância para os buscadores, como o Google e Bing – este último indexa diretamente os links públicos gerados no Facebook.

Pesquisa sobre Interações entre Marcas e Pessoas nas Mídias Sociais

lupa pesquisa midias sociais blog moises costa 166x300 Pesquisa sobre Interações entre Marcas e Pessoas nas Mídias Sociais Pessoal, como parte do meu monstrinho Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso, estou fazendo uma pequena pesquisa entre os usuários das redes sociais virtuais.

A idéia é saber alguns dados sobre os hábitos e costume de relações entre usuários, pessoas comuns, e marcas (empresas que têm presença nas mídias sociais.

O questionário não é muito grande e ele pode ser respondido por qualquer um que tenha um polegar opositor em 10 minutos! icon biggrin Pesquisa sobre Interações entre Marcas e Pessoas nas Mídias Sociais

Ajuda aí, vai! O link para o formulário da pesquisa é este, ó:  http://moisescosta.com.br/pesquisa

Após o fim da pesquisa, por favor, peço encarecidamente que, ajude na divulgação. Basta clicar nos links de compartilhamento, como o botão “curtir” e o “retweet” que estão espalhados pelas páginas deste blog.

Se preferir, basta postar essa mensagem em seu Mural no Facebook, Orkut e ou Twitter sempre com o link a seguir ( vou tentar conseguir algum prêmio para sortear entre aqueles que divulgarem a pesquisa com o link do Kingo.to ):

Responda a #pesquisa sobre interações entre pessoas e marcas em #mídiassociais e divulgue dando RT! http://kingo.to/Oq1 #redessociais

Os dados da pesquisa serão apresentados aqui logo após a defesa do TCC, que deve acontecer ao fina de Novembro ou início de Dezembro!

Sorte pra mim e Obrigado pela ajuda!

ps: não esqueça de responder ao questionário aqui, ó: http://moisescosta.com.br/pesquisa

 

 

Google Plus: uma nova tentativa de dominar o mundo a partir dos dados de interações nas redes sociais

6066558187 54d17d4356 Google Plus: uma nova tentativa de dominar o mundo a partir dos dados de interações nas redes sociais

As mídias sociais são lugares onde as pessoas criam ou mantém suas redes sociais. Essa é a  visão primária, talvez a visão do usuário. Mas, como provou o Facebook, as mídias sociais podem servir para muito mais. Os dados de interações entre redes sociais em uma mídias social podem ser usados, por ela própria, a mídia, como fontes de dados para segmentação e venda de publicidade.

É bom lembrar que o Facebook faz isso em tempo real. Por exemplo,  se o usuário publica em seu mural a palavra “Nike” a ferramenta vai colocar propagandas para esta palavra-chave.

Quanto mais dados e mais detalhados eles são, mais se pode segmentar uma publicidade e mais cliques e visualizações vender, além do melhor que é satisfazer o cliente. E é isto que o Google busca com seu Google Mais: vender mais e melhor.

Todavia, isso não será feito apenas com a mídia social, o Google mudou a forma como seu buscador encontra sites na internet para algo mais social. Para tanto, criou o botão “+1″ – que se pode dizer, é uma cópia do bem sucedido “Like” do Facebook – onde o usuário “aciona” este botão quando gostar (ou não) de um determinado conteúdo, página ou site, enfim. Os conteúdos que mais tiverem “+1″ estarão no topo da página de buscas do Google, além, é claro, de que os conteúdos compartilhados por seus amigos estarão à frente da página quando você for fazer uma pesquisa. Ou seja, o Google caminha para fazer com que cada busca em seu portal seja diferente das demais – isso, é claro, quando o usuário estiver logado com uma conta Google.

Por outro lado, o Facebook não quer que seu usuário saia do site para fazer uma busca, por exemplo, no Google – não me surpreenderia se o Facebook começasse a indexar sites dentro da mídia social, ou lançasse um buscador próprio ou até comprasse o Bing da Microsoft. Enfim, Facebook, também, é um dos defensores da chamada “busca social”. Isso implica, evidentemente, na adoção de um modelo já observado dentro das mídias sociais, o usuário como produtor de conteúdos e ativo na sua rede.

Academicamente podemos dizer que este é mais um estágio da liberação do pólo emissor (LEMOS, 2005), dessa vez aplicada ao campo das buscas de conteúdo.

As diversas manifestações socioculturais contemporâneas mostram que o que está em jogo com o excesso e a circulação virótica de informação nada mais é do que a emergência de vozes e discursos, anteriormente reprimidos pela edição da informação pelos mass media. (LEMOS, 2005).

Todos querem ser donos dos dados compartilhados pelos “novos produtores” de conteúdos!

E esse novo sistema de buscas baseado no social e, consequente, na liberação do pólo emissor significa uma nova dualidade baseada no remix de dados “livres”, compartilhados livremente pelas pessoas, onde as empresas os compilam para serem usados dentro de sua estrutura privada, copyright, para beneficiar à si com a melhor segmentação de propaganda pelo interesse naquele momento do usuário. É uma nova guerra pelo ouro no Velho Oeste!

O bom da coisa - Nessa Guerra entre Google e Facebook, aparentemente (digo isso pois a “busca social ainda está engatinhando), todos podem se beneficiar! Desde as ferramentas, passando pelo anunciante e chegando ao consumidor final, a campo das buscas sociais devem ser o futuro para todos!

A pergunta que fica: quem vai vencer este duelo? Google Plus? Facebook? Ou será que pode surgir outro player com bala na agulha para superar o primeiro? Quem?

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Referências:

LEMOS, André; Cibercultura Remix. in, Seminário “Sentidos e Processos”. No prelo, São Paulo, Itaú Cultural, agosto de 2005.