Como funciona o Google?

Basicamente, você só “existe” no mundo de hoje se tiver no Google. É por meio do sistema de buscas do Google que a maioria massiva das pessoas buscam por informações dos mais infinitos tipos todos os dias. E você sabe como funciona o Google?

Quem trabalhar com comunicação digital bem sabe disso. Quem pesquisa cibercultura também entende a importância dos algoritmos do Google para a compreensão e inserção de camadas no cotidiano das pessoas.

Mas, e ai, como funciona esse mecanismo que seleciona, categoriza e organiza o interesse das pessoas ao buscarem determinado termo na ferramenta de buscas? Segundo o engenheito do Google:

Existem três coisas necessárias para ser a melhor ferramenta de busca do mundo: primeiramente, você precisa vasculhar a internet profundamente. Em seguida, você cria um ranking de importância das páginas e depois coloca apenas as relevantes em primeiro lugar.


Vendo este vídeo lembro um pouco dos filtros-bolha, criados pelos buscadores e redes sociais, como o Facebook, que tentam organizar nossas vidas a partir de alguns interesses nossos e recomendações de amigos previamente armazenados. Essas organizações podem tirar nosso “direito” de flanar pela  rede e descobrir coisas novas, uma que vez que passamos a obter resultados de buscas cada vez mais parecidas com os interesses nossos e de nossos amigos, ou seja, ficamos rodando em circuitos marcados.

Mas, espera, será que queremos ficar sempre com os mesmos resultados, não queremos encontrar algo novo, inesperado? Como afirma o professor André Lemos, o que está em jogo é a neutralidade da rede. É o nosso direito que fazer o que quisermos, mesmo que isso seja ir de encontro ao que “somos”.

II Oficina de Comunicação Digital

Cartaz1 II Oficina de Comunicação DigitalNos dias 5 e 12 de maio acontecerá a segunda edição da Oficina de Comunicação Digital, ministrada por Monza Costa – Eu, neste caso icon smile II Oficina de Comunicação Digital . Serão 8h de aulas com certificado.

A Oficina, organizada pela Produtora Jr., é voltada para todos que desejam aprofundar seus conhecimentos nas principais ferramentas da internet e nas redes sociais, questões tão requisitadas no mercado atual. Os temas abordados ao longo dos dias 5 e 12 são:

- Como produzir conteúdos para as mídias sociais – teoria e prática.

- Como monitorar redes sociais – das ferramentas à montagem do relatório.

A inscrições para o evento custam R$25,00 para estudantes e R$40,00 para demais interessados. Elas podem ser feitas presencialmente, na sala da Produtora Júnior (sala 40 da Faculdade de Comunicação da UFBA) ou online, preenchendo o formulário disponível aqui!

Assim que o formulário for preenchido será enviado um e-mail para o endereço cadastrado com as informações da conta na qual deve ser feito o depósito do pagamento. É necessário identificar o depósito com o nome e CPF do inscrito. O comprovante do depósito deve ser levado no dia da Oficina para confirmar o pagamento e sua participação.

Não deixe de participar, moçada!

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Curso Comunicação Digital na Facom #FComDigital

Interseções

Smart city: Internet das coisas e cidades inteligentes

“The 19th century was a century of empires, 20th entury was a century of nation states and the 21st century will be a century of cities.” Desta frase a cima, feita pelo ex-prefeito (1991-2003) da cidade norte-americana de Denver, estado do Colorado, Wellington Webb podemos tirar algumas ideias e contextualizar algumas mudanças importantes na sociedade em que vivemos, pois esta é a era da transformação das cidades comuns em uma smart city?
Smart Cities ou Cidades inteligentes são cidades, como seu nome já diz, que se valem da internet das coisas (internet of things, em inglês) ou troca rápida entre dispositivos inteligentes, que conseguem “pensar” ações a partir de um banco de dados “total”1 disponível para todos e em qualquer lugar.
Primeiro que, a partir do olhar a cima retratado, mesmo com as coisas mais globalmente conectadas, vemos um mundo cada veis mais hiper local, onde o que acontece na minha rua se torna mais importante para mim do que acontece em outros países do mundo, ou como disse o fundador do Facebook, Mark Zuckemberg, “um esquilo que morre no seu jardim tem mais relevância para você atualmente do que gente morrendo na África” (será que isto não é uma volta ao passado, quando os grandes meios de massa não atingiam a maior parte da população?).
Pelo sim ou pelo não, ao menos sabemos que este fato é favorecido pela liberação do polo emissor, que abriu brechas para pessoas comuns usarem a rede mundial de computadores para exporem os buracos de suas ruas e, assim, comoverem mais pessoas com causas mais próximas delas e que pode influenciar seu modo de vida diretamente.
Bom, em uma segunda camada, e esta mais interessante para nós, o que o ex-prefeito de Detroit, Wellington Webb, traz de mais expressivo em suas palavras é a visão de que o mundo está tomando uma nova reconfiguração, onde as cidades, cada vez mais hiper locais, estão ganhando valor frente ao que é maior em termos geográficos, o pais, por exemplo. As pessoas se importam mais com suas cidades do que com a nação. Até por ser algo mais palpável e que influencia diretamente em suas vidas, as pessoas preferem tratar de assuntos locais do que temas de hábitos maiores.
Mas, o que podemos usar para afirmar que, neste século, as cidades vão ser o centro das atenção? Será que voltaremos societárias que se possam parecer as cidades-estados de milênios atrás? Read more »

Netnografia no Twitter: apresentação no Abciber 2011

No último Simpósio da Associação Brasileira dos Pesquisadores em Cibercultura (ABCIBER), realizado entre os dias 16 e 18 de novembro de 2011,na bela cidade de Florianópolis (SC), apresentei junto com minha amiga Marina Fernanda Farias (Universidade Federal do Maranhão) a Oficina Netnografia no Twitter.

Como podem saber, este é um assunto recorrente neste blog, mas, garanto que a apresentação está bem completa. Curtam bastante. icon smile Netnografia no Twitter: apresentação no Abciber 2011

Campus Party 2012: a bola vai rolar

campus party 1024x455 Campus Party 2012: a bola vai rolar

Meu sonho de infância era ser jogador de futebol, antes até tinha pensado em ser biólogo, e por um acaso me tornei Jornalista. Apesar de já ter “conquistado” algo na minha vida (nada), ainda tenho alguns sonhos de coisas legais para fazer. Um destes vou poder concretizar, no próximo dia 6 de fev, quando participarei da Campus Party 2012, ou para os íntimos a #cpbr5.

Mas, você vem  e me diz: “Há, Monza, peraí, Campus Party!? Essa aí é uma festa de jovenzinhos perdidos na Caverna do Dragão, pow!”

Meu primeiro argumento, com sangue no olho: “Jesus disse que o reino dos ceús será daqueles que são inocentes como as crianças, então f$%*&@.”

Opa, provavelmente seria assim que eu gostaria de responder (até por ter 10 anos de catequese cristã no curriculum vitae. Não me olhe assim, minha mãe me forçava!). Mas, como bom homo sapiens, primo dos macacos (nos temos um antepassado em comum e NÃO, não somos originados deles), devo usar meu polegar opositor e fazer um sinal de joinha enquanto destilo alguns verbos:

Muitas pessoas acreditam que geeks, nerds e simpatizantes são coisa de outro mundo ou que estão vivendo uma realidade paralela ao mundo do real (sic!),  conectados em alguma espécie de Matrix. Verdade seja dita: isso não é verdade (desculpe a redundância)!

A Anti-Matrix

Desde que conheci a Campus Party sempre visualizei o evento como uma espécie de anti-Matrix. Muitos vêem o encontro como uma forma de “desconexão” com o mundo. Eu vejo o #CPBR5 de outro jeito. Para mim é uma forma de conexão, não com uma Matrix hiper-real, mas, com a realidade futura, uma realidade que já poderia estar sendo vivenciada por todos.

A web está criando uma geração hiperlocal, uma geração global (em São Paulo se reuniram pessoas de todos os cantos do Brasil, até do Acre!), que muitos chamam de geração y:  a geração nativa das redes (como se o homem nunca vivesse em redes, haiai…). Enfim, o fato é que o mundo como conhecemos deixará de existir em breve. As “dificuldades” que temos hoje serão superadas em nível global, com possibilidades infinitas de superação de barreiras sociais e econômicas. Não por acaso há grandes conglomerados de mídias tradicionais por trás de projetos como SOPA, PIPA, ACTA E LEI AZEREDO Read more »

Feliz Natal e Ótimo 2012

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Cópia de feliz 2012 cópia 8 reduzido aaaaa Feliz Natal e Ótimo 2012

 

E ainda tem uma postagem mais legal lá no monzacosta.wordpress.com!

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O Mundo no Facebook

Anatomia das cidades inteligentes (do futuro)

Anatomia das cidades inteligentes (do futuro)

O mundo mudou dramaticamente nos últimos anos, principalmente em áreas urbanas: a população das cidades já é maior que a rural e a tendência é o seu crescimento (veja infográfico). Tal fato, todavia, abre espaço para que as cidades sejam revistas enquanto lugares habitacionais inteligentes.

Cidadãos, urbanistas, empresas e governos precisam mudar o foco do olhar para ver a demanda existente da necessidade da existência de “cidades inteligentes”, que seja personalizadas para seus habitantes.

Cidades inteligentes, como abordaremos no próximo texto, são conectadas por sensores e dispositivos que coletam e distribuem dados abertos, o tempo todo, em uma espécie de sistema senciente e capaz de tomar suas próprias decisões. Uma cidade inteligente não pára, ela vive junto e sempre perto dos seus cidadãos, que são as molas e mecanismos que impulsionam as decisões necessárias que os sistemas ou ambientes das cidades inteligentes precisam para se auto-regular.

Todavia, é preciso estudar quais as tecnologias e sistemas que serão capazes e necessários para tornar a criação de cidades inteligentes em realidade, pois as próprias cidades já demandam por isso, como veremos no infográfico.

No próximo texto trataremos melhor sobre o assunto. Bom, deixemos de falatório e vamos aos dados icon smile Anatomia das cidades inteligentes (do futuro)

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A evolução dos fãs e a evolução das marcas

justin bieber 199x300 A evolução dos fãs e a evolução das marcasO Regis Tadeu, recentemente, em sua coluna sobre música no Yahoo!, criticou a histeria das fãs do astro (?) teen Justin Bieber. No texto, o bom colunista disse não entender o motivo pelo qual Bieber causa tanto frisson nos adolescentes (e também certo desleixo dos pais, que permitem extremismos por parte dos jovens.)

Todavia, Tadeu não considera, e este não é o papel dele como ótimo crítico cultural que é, algo muito importante e que, no meu ponto de vista, faz toda a diferença (no sentido de comunicação): esses jovens são fãs. Fãs não são para serem entendidos. Fãs amam, fãs têm sentimentos, sejam eles, os sentimentos, naturais e individuais ou ‘plásticos’ (”criados pela indústria cultura”) e coletivos, etc.

Todavia, os fãs do cantor, com toda certeza, evoluirão, um dia. Sim, evoluirão! Sobretudo, fãs são pessoas e se, hoje, gostam de música pop (“pastel e decadente”, nos termos de Tadeu) amanhã é provável que passem a curtir Led Zeppellin ou Black Sabbat, quem sabe!

A tendência natural é que os fãs nunca fiquem em um mesmo lugar. Eles mudam de lugares como mudam de roupas: suas preferências são voláteis. Fãs são pessoas, como disse antes!

As marcas que não observam isso ficaram na rasteira da história. Justin Bieber, se não crescer, em seu estilo musical ou sua performance, como astro americano (sic), ficará para as moscas. Um bom exemplo de evolução de marca é a cantora Britney Spears – para manter o assunto na música. Ela surgiu como criança-celebridade no Clube do Mickey, ‘passou pela adolescência’ e hoje está em uma fase ‘adulta’, claro, enquanto marca. Isso aconteceu pois seus fãs evoluíram e ela precisou mudar com eles, para continuar vendendo seus hits, antes em cd’s e agora no iTunes. Read more »

Curso Comunicação Digital na Facom #FComDigital

Cartaz%20 %20Oficina%20de%20ComDigital%20final Curso Comunicação Digital na Facom #FComDigital

Visando preparar novos profissionais para o crescente mercado de Comunicação Digital, em parceria com a Produtora Júnior, empresa júnior da Faculdade de Comunicação da UFBA, realizarei, entre os dias 25, 26 e 27 de outubro, o curso “Como ser um profissional de comunicação digital: abrindo portas para um novo mercado”ou, como prefiro chamar, #FComDigital.

A série de aulas irá tratar dos requisitos necessários para se tornar um profissional de Comunicação Digital com habilidades para entrar no mercado.

Com conteúdos diversos, o curso também visa agregar conhecimentos sobre cibercultura, marketing digital, mídias e redes sociais.

inscrição terá custo de R$ 25,00 para estudantes de qualquer instituição (tá baratinho, hein gente!?)  e R$ 40 para a comunidade em geral, podendo ser feita de duas maneiras: 1. Inscrição Online: Transferência bancária e envio da ficha cadastral por e-mail (Ver ficha cadastral); 2. Na sala da Produtora Júnior, na Faculdade de Comunicação, no Campus de Ondina, das 14h às 18h, a partir dessa quarta-feira.

 A ficha de inscrição está disponível aqui!

No mais, confira abaixo alguns tópicos que serão abordados no Curso:

1. Evolução da Cibercultura /Comunicação Digital e importância das novas mídias

2. Áreas de Atuação do Profissional de Comunicação Digital

3. Marketing digital

4. Planejamento para comunicação digital / mídias sociais

5. Inspiração

6. Mídia Online

7. Webwriting

8. Monitoramento

9. Cool huting: pesquisa de tendências

#VEMGENTE

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