FILE -- This is an undated  file photo taken from television  of French philosopher, writer and university professor Gilles Deleuze, pictured during an interview on French-German television Arte. Deleuze, 70, committed suicide by leaping from the window of his Paris apartment Saturday Nov.4, 1995. The author of one of the world's few best-selling  texts of philisophy, "The Anti-Oedipus", had suffered for years from a serious respiratory illness. (AP Photo/ARTE)
Cibercultura, Sociabilidade

O que é uma aula para Deleuze: “pegar o que lhe convém”

O abecedário de Deleuze: P de Professor

Gilles Deleuze: O que é uma aula?

Posté par Thiago Panda sur jeudi 15 octobre 2015

Visto o vídeo, sobre o que é uma aula, para Deleuze, é possível dizer que, também, a pesquisa acadêmica (não só a aula) é um “pegar o que convém” e remontar segundo seus interesses (em novas ideias)?

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Comunicação Digital

A internet horizontaliza o conhecimento? Até onde isso é bom para a sociedade?

Não pretendo entregar respostas com este artigo, mas, tão somente, fazer algumas perguntas que me ocorreram recentemente. Uma das delas, que acho vital, é esta: a internet horizontaliza o conhecimento humano? E até onde isso, essa possível horizontalização, é saudável e qual é a linha que determina que isso pode ser prejudicial para a construção de novos conhecimentos díspares?

Ok, haverá quem diga que a internet pavimenta caminhos para que o conhecimento (dito aqui de modo geral) possa fluir para todos que tenham acesso à ela. Muitos, hoje, dizem, inclusive, que a internet é um item fundamental (tanto quanto a água) e que deve ter acesso garantido para todos os habitantes do planeta. Mas, a questão que proponho não está no campo do acesso e disseminação do conhecimento. Proponho olhar para outro nível, o do que, pressuposto o acesso universal, até que ponto o acesso ao conteúdo é benéfico?

Entenda, não estou questionando o valor do acesso ao conteúdo. Precisamente, pergunto: se todo mundo acessa os mesmos conteúdos, onde isso vai dar?

Hoje temos três formas de se chegar a conteúdos jornalísticos na web, por exemplo, ou 1) pesquisamos no Google e chegamos ao site que nos dará respostas (boas ou más) para nossas questões, ou 2) encontramos esse conteúdo já filtrado e compartilhados em redes sociais (incluindo e-mail e aplicativos de notícias, como Flipboard) por nossos amigos ou páginas que seguimos ou, ainda, 3) digitamos a URL  do site de interesse e chegamos ao que nos interessa.

Os dois primeiros modos de acesso (vamos chamá-los assim) possuem características de filtros de conteúdo, baseados em algorítmos que analisam, dentro outras coisas, seu histórico de navegação, os conteúdos que pesquisou anteriormente, as páginas curtiu ou segue em redes sociais e até mesmo os conteúdos (com posições políticas ou não) que o usuário postou, para entregar o “melhor” conteúdo para cada usuário.

Parece, baseado no parágrafo a cima, que haverá conteúdos diferentes para cada pessoa. A rigor isso pode ser verdade, mas, se olharmos com uma lupa sobre a questão, vamos ver que essa verdade não é tão verdadeira assim. E isso é o preocupante.

Em uma época onde há cada vez mais conteúdos disponíveis na internet (e isso ajuda na criação de nichos ou no esterminio dos mesmos com a “pasteurização de tudo”), é real a preocupação sobre quais “conteúdos de qualidade estamos” tendo acesso. De modo geral, como penso (espero que entenda que esses pensamentos ainda carecem de pesquisa aprofundada e estão aqui apenas a titulo de inquietações), os algoritmos e as pessoas que seguimos tendem a entregar “o melhor conteúdo possivel” para nós. E esse “melhor conteúdo”, como pode acontecer, pode não ser o que queremos, mas o que teremos acesso, uma vez que mediadores, atores, entederão que esse é o melhor para que tenhamos diante de nossas olhos e ouvidos… E atores influenciam atores, criando uma bola de neve que, fatalmente, acaba por gerar uma reação em cadeia que vai eleger um conteúdo predominente.

Talvez essa inquietação se mostre falsa, se for profundamente pesquisada, mas, me parece ( e é só isso mesmo) – portanto, nada significativo) que a neutralidade da rede, importante para que o acesso ao conteúdo seja livre, é parcialmente “não neutra”, uma vez que atores estão elegendo e separando conteúdos “relevantes” de outros conteúdos “não tão relevantes” para nós.

Me parece, olhando para este esquema, que, então, há uma horizontalização do conteúdo que temos acesso. Isso faz com que passemos, cada vez mais, a pensar de formas cada vez mais iguaIs? Digo isso, pois acredito que o conteúdo que temos acesso, mesmo com olhar crítico (item raro em minhas timelines, algumas vezes) nos molda e, ao mesmo tempo, nos faz “reagir”.

Explico melhor: tal qual um vídeo viral, que rapidamente todo mundo quer copiar, como foi o “desáfio do balde gelo”, o conteúdo faz todos olharem para um certo lugar comum. Isso, repito, pode ser terrível para a sociedade?

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Internet das coisas

A Internet das Coisas chegou no momento certo?

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Existem algumas invenções que “não pegaram” no momento de seu lançamento, como foi o caso do tablet (primeiro lançado no anos 60!!!) e do próprio smartphone (começo dos anos 90), apesar do muito burburinho feito em cima da tecnologia pela impressa e entusiastas. Uma das muitas razões (para este fracassos) pode ter sido o contexto do consumo deste tipo de mídia, que muda de geração em geração. A Internet das Coisas (internet ot things, em inglês, ‘IoT’), que não é bem propriamente uma mídia (questão para ser discutida em outro post), como é os smartphones ou mesmo os tablets, mas, como é possível observar, está ‘demorando’ a engrenar…

Um dos motivos, acredito, é justamente a falta de aplicabilidade no dia a dia das pessoas. Hoje o que se fala na Internet das Coisas está muito em aplicações comerciais e industriais, o que limita suas potencialidades. Diferente da chamada de vídeo conferência, que inventada nos anos 60, as pessoas (diga-se, donas de casa) temiam em mostrar o interior de suas casas para as outras pessoas, uma vez que teriam “arrumar a casa para atender o telefone” (até que, em um contexto social muito oposto, nos final dos anos 90, surgiu a webcam… que passou a ser usada a torto e a direito), a IoT tem um contexto social favorável, as pessoas não têm medo de conectarem suas coisas ou automatizarem as tarefas do dia a dia. Mas, falta a ideia sair dos conceitos, que vemos em matérias de sites, blogs e TVs… e chegar ao usuário final.

A realidade aumentada…

Um bom caso recente que ”tecnologia” que foi muito alarmada e, posteriormente, ganhou pouco uso prático foi a chamada realidade aumentada. Durante algum tempo ficou muito no underground, mas ganhou novo fôlego e um sonoro “agora vai” com os promissores lançamentos dos óculos de realidade aumentada, como o Occulus RV, comprado pelo Facebook, e o Google Glass (que pode ter reiniciado essa nova onda da realidade aumentada), além de projetos da Microsoft e de empresas orientais. Com isso, as pessoa passaram a enxergar com muito mais precisão as possibilidades de uso da realidade aumentada, como para jogos (obviamente), uso em escritórios e na educação, por exemplo.

Hoje em dia, o ciclo tecnológico é muito rápido e muitas tecnologias promissoras podem ficar “esquecidas” mesmo antes de chegarem até o consumidor final (foi um pouco assim com a realidade aumentada), mas, depois de um novo impulso ela pode “voltar” com tudo. A IoT tem tudo para chegar com tudo (perdoem a redundância), mesmo antes de ficar ‘escanteada’, só precisa de um empurrão (como o iPhone deu para os smartphones ou o iPad para os tablets), uma aplicação que costure todo o conceito e faça com que os usuário apliquem no seu dia a dia de forma geral, sem restrições.

Falta essa resposta: quem ou o que irá trazer a internet das coisas para nossas vidas de forma definitiva?

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Comunicação Digital, Mídias Sociais, Redes Sociais

Como usar mídia online (do Facebook) nas eleições

Facebook de Aécio Neves antes das eleições de 2014Post atrasado? Sim. Mas, é um assunto pertinente? Talvez. Antes as eleições de 2014 trabalhei fortemente fazendo consultoria de mídia online para alguns pré-candidatos, incluindo deputados estaduais e federais e um (pré-candidato ao governo estadual).

A maior parte do investimento de mídia desses candidatos, antes das eleições, consistia, basicamente, em: “quero gente no Face”.

Nós últimos três anos, após um certa crise de identidade (enquanto crescia em países emergentes), o Facebook se consolidou com a rede social dominante no mundo digital. Daí, seguindo uma onda da política americana tardiamente (pois há, pelos menos 4 anos vinha tentando convencer políticos e partidos da importância do investimento em comunicação digital), os políticos esticaram o olho para o quão o Facebook poderia colaborar e até “diminuir” os gastos deles para uma possível aproximação com o seu público-alvo, os eleitores. Mesmo assim, estimo, fazendo uma análise rasteira sobre o cenário político baiano, nem 50% dos candidatos se preocuparam com as redes sociais antes ou durante as eleições…

Mídia Online

Neste post trabalharei apenas alguns pontos sobre mídia online no Facebook, que, antes das eleições, podem ter contribuído para alguns candidatos ganharem relevância frente aos demais concorrentes… com o aumento de fãs em suas páginas! Por lei, há uma data limite para os candidatos usarem mídia online e, todo ano eleitoral, é bom consultar com o TRE para que o político não corra riscos de ser penalizado.

De certo que eu e você conhecemos muitos políticos, mas, cá entre nós, não temos o hábito de sairmos “procurando” os tais nas redes sociais, ainda mais os que só “aparecem” em 4 e 4 anos – o que é um erro, do ponto de vista estratégico comunicacional de uma pessoa com imagem pública (nem falo aqui do ponto de vista político…).

Então, uma das chaves para que uma figura pública política tenha sucesso em sua empreitada online é ter seguidores. Dado o que falamos sobre os hábitos dos eleitores em não procurar os políticos, de modo geral (é claro que há casos em contrário e isso é bom democraticamente), estes precisam partir em busca dos seus eleitores, tal qual fazem quando estão em campanha corpo-a-corpo. O melhor momento para aumentar a base de possíveis eleitores, nas redes sociais, é antes das eleições. O uso de mídia online é o melhor recurso para tal.

Os pré-candidatos que assessorei tiveram exito em sua empreitada de aumento de fãs. Uns eram nomes conhecidos e outros nem tanto, mas sua imagem era facilmente associada a de outros políticos conhecidos, o que facilitou suas penetrações nas redes sociais a partir de “curtidas pagas”.

Quanto mais curtidas obtiveram antes, logicamente, maior foram os seus respectivos alcances orgânicas nas eleições, apesar de alguns nem chegarem a formalizarem suas campanhas, o que não os impediu de trabalharem fortemente com suas bases de fãs no Facebook em prol de candidatos de seus partidos e coligações.

A outra chave para o sucesso é saber o que fazer com os fãs. Mas, isso é tema para outro post.

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Gestão

#EuGestor: criando uma hashtag

Como é ser gerente? Como é ser um gestor? Essa pergunta me passou pela cabeça algumas vezes nos últimos meses. Então, uma oportunidade surgiu e assumi um pequeno cargo de gerente, com tempo limitado de contrato – sem possibilidade de renovação – que poderia me dar algumas respostas para a pergunta. Bom, pra isso acontecer deixei um emprego legal, com perspectivas de bons rendimentos em ano eleitoral,  e por isso:

1 – [  ] Sou louco

2 – [  ] Sou muito louco

3 – [x] Quero ser gestor, afinal!

Vida de social media

Fiz de tudo um pouco dentro da área de social media, desde os tempos de estagiário: já fui produtor de conteúdo, aprendi muita coisa sobre monitoramento, já criei estratégias e ações digitais, já fiz assessoria web, já planejei e, também, por algum tempo, fiz atendimento de meus clientes na empresa que trabalhava, além, é claro, de até hoje fazer mídia online.

Fiz tudo isso e um pouco mais, ora estagiário, ora contratado antes de me formar (ui!). Mas, sempre fui “peão”, como se costuma chamar aqui na Bahia aquele s que fazem o trabalho braçal. Não desmerecendo, afinal, gostava e gosto muito de cada função que exercir e dou muito valor a quem os faz. Cada peão rodando zozinho é capaz de, uma vez junto com outros peões, fazer girar o mundo. Mas, divago.

Ainda faltava uma área na qual não havia me aventurado, a gestão (não de projetos) mas de equipe. Uma aventura que apostei em tomar o rumo.

Eu, gestor = #EuGestor

“Que começe a hashtag #EuGestor”, disse o cara no sétimo dia. E assim, por ordem divina, decidi que deveria agarrar um breve oportunidade de fazer alguma coisa diferente, uma coisa que envolve não apenas um projeto, mas vários. Uma coisa que envolve ajudar na gestão e construção de liderança de uma pequena equipe.

Passei a ser um “gerente”, um cara que aponta a direção (torta) para que a equipe andar junto.

Na verdade, fui com medo. Todavia, descobri que, como verá em meus próximos posts,  meus medos e incertezas poderiam ser vencidos no dia a dia, junto com minha equipe.

E assim se fez, eu, gestor.

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Não produza conteúdo para o Facebook
Facebook, Mídias Sociais

Não produza conteúdos exclusivos para o Facebook

Essa é a dica: Nunca produza nada exclusivamente para o Facebook, ele pode apagar qualquer conteúdo sem aviso prévio. Mantenha seu blog para guardar seus “tesouros”. Usem o Facebook apenas para divulgação.

Entendendo o Conteúdo para o Facebook

O tipo de conteúdo que você pode levar para o Facebook não é o conteúdo “final”, aquele que vai apaixonar seu leitor, ouvinte ou expectador. Mantenha seu site, blog ou canal longe da rede social e use-a apenas para “chamar” seus fãs para que consumam seu conteúdo em outro lugar, um lugar seu.
Por mais que a página do Facebook seja “sua”, você está produzindo conteúdo para um “lugar” que não é seu. Seu blog é seu reino, ninguém pode colocar o bedelho lá, coisa que não acontece no Facebook.

Entendendo a confusão

Essa pode ser uma estratégia aparentemente barrista, mas na verdade significa muito mais. Significa, entre outras coisas:
a) Oportunidade para rentabilizar seu conteúdo: no Facebook você é proibido de criar campanhas para terceiros em sua página ou mesmo “dentro” do seu conteúdo. Em seu blog, você pode faturar com diversas formas de monetização, incluindo conteúdo patrocinado.
Se insistir em fazer publicidade em sua página, o Facebook deletará sumariamente tudo o que você produziu.
b) Você se tornar único dono: por mais que a página seja sua, o Facebook será sempre “coautor” da sua produção e, portanto, também será dono. No seu blog, você é o único dono e responsável.

E agora, quem poderá nos defender?

Antes de mais nada, não quero que abandone o Facebook, suas dezenas, centenas e milhares de fãs, quero apenas que repense sua estratégia por detrás de sua presença na rede.

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O Facebook é o melhor divulgador (falando de modo geral, pois, a depender de qual público você se comunica, é melhor se posicionar em outras redes) de conteúdos que você pode ter. Use o Facebook para divulgar o conteúdo de seu site ou blog. Use-o como gancho para que as pessoas conheçam seu trabalho fora dele.
Lá dentro (do Facebook), todavia, você vai precisar usar de estratégias próprias da rede para fazer seu público se interessar em clicar nos links que levam para seu conteúdo. Uma dessas estratégias e a de se aproxima com seu público, transformando sua página em central de bate-papo a cerca do seu conteúdo, fidelizando seu público e fazendo com que eles propaguem o que você produz pela internet; use a página para tirar dúvidas e fazer contatos, etc.

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Gráficos

Como criar postagens para redes sociais: um infográfico prático

Rá… cá está um infográfico que, tenho certeza, você vai adorar: como criar postagens para redes sociais. O título já diz tudo…

Mas, antes de ver o infográfico, veja um prólogo de informações relevantes para seus conteúdos em redes sociais:

Facebook

> Poste imagens em seus posts, já que são elas que causam o maior engajamento dos usuários!

> Seja positivo! Positividade atrai os usuários e deixa os seus posts mais compartilháveis! 🙂 Ou seja, sem Facebook da deprê!

> Poste no horário certo: no Facebook, o horário de mais engajamento é das 13h às 16h.

> Pense em posts que sejam fáceis de ver pelo celular, já que grande parte acompanha a rede social pelo smartphone.

> Não se esqueça: se for colocar links, encurte e use o bit.ly pra saber quantas vezes seu post foi clicado.

 

Twitter

> Use pontuação em suas postagens. Não sacrifique a gramática e procure não usar tantas abreviações.

> Use fatos e perguntas para tentar engajar seus seguidores a darem RT em seu tuíte.

> Encurte suas URLs! De preferência use o bit.ly.

> Retuíte o conteúdo que achar relevante e não se esqueça de deixar 20 caracteres para possíveis comentários do tuíte.

> Use menções para conversas e para interagir mais na rede social.

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Vídeos

Perdi meu iPhone: até onde somos dependentes da tecnologia?

Veja esse vídeo e me responda se não passou por uma situação semelhante:

 

 

Efemeridade

A pergunta: nos preocupamos mais, hoje, com nossos amigos “on-line” do que com os “que estão na nossa frente”?

É certo que vivemos numa época de efemeridades, onde a tecnologia encurta distâncias e relacionamentos. Mas, ela não pode substituir as relações reais. Nem tão pouco, como pode-se ver no vídeo, usurpar momentos uma da outra.

Elas, a vida on-line e off-line, podem viver lado-a-lado, mas é repciso bom-senso das pessoas (de você) para perceber que

“Perder meu iPhone” não é o fim do mundo. Se você ainda não perdeu o seu, coloque-o no bolso e aprecie a vista (não tire foto pro Instagram).

 

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Comunicação Digital, Vídeos

Como criar landingpages

Estava vendo e recomendo este vídeo sobre como criar landingpages para seu site.

Duas dicas das inúmeras dicas legais que estão neste vídeo do Resultado Digitais:

– Landingpages têm a função de transformar seus visitantes em clientes;
– 1º Passo: Pedir informações de contato.

 

Webinar – como criar Landing Pages efetivas from Resultados Digitais on Vimeo.

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